Decreto primeiro

Para impedir o sofrimento da humanidade, os deuses não devem caminhar por Phanomil, devendo apenas interagir com o mundo através da concessão de bênçãos e maldições e de pequenos atos de intervenção divina, relacionados a seus domínios.

Decreto segundo

Para impedir a humanidade de se destruir, os deuses têm o dever de manter o equilíbrio no mundo mortal. Para tal, podem plantar suas sementes divinas nos corpos dos mortais. Essas sementes florescem em crianças que, quando totalmente desenvolvidas, se tornam os seres conhecidos como semideuses, que podem ser usados para influenciar diretamente o destino de Phanomil.

Decreto terceiro

Os semideuses somente devem possuir a mínima fagulha de divindade e devem gozar de livre arbítrio para agirem como desejarem, embora ainda tenham o dever de ajudar no desenvolvimento da humanidade, mas não mais em papel protagonista.